fbpx

3 passos para montar um plano de negócios e empreender seus sonhos

Ser dono do próprio empreendimento é o sonho da vida de muitos brasileiros. Enquanto alguns ainda planejam como entrar para o mercado, outros já estão até ampliando seus investimentos. O que separa uns dos outros é o percurso, mas para dominar todas as fases que ele impõe é preciso, e possível, contar com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) para montar o plano de negócios ideal.

Para sonhar com a independência de ser seu próprio patrão é preciso aceitar que isso não significa uma rotina mais fácil do que ser subordinado de outra pessoa. Pelo contrário, esse caminho costuma ser mais rigoroso e cheio de pressão. Um desafio ideal para quem não mede esforços para alcançar suas metas.

Empreender exige dedicação, planejamento e capacidade de execução. E para não te deixar falhar, o SEBRAE disponibiliza cursos e profissionais capazes de auxiliar na hora de montar o plano de negócios ideal para tirar sua empresa do papel.
 

Primeiro: Crie o plano de negócios

Receber uma consultoria do SEBRAE é como aceitar a ajuda de uma mão amiga, independente de precisar ou não. E então, qual é o seu plano de negócios?

Parece ser uma pergunta simples de responder, mas sem planejamento o sonho pode acabar virando pesadelo e desperdício de tempo e investimento. O plano consiste em você reunir tudo o que já sabe sobre o mercado que quer entrar, a aplicabilidade da ideia, a meta com o empreendimento e o que você dispõe para colocar em prática a sua empresa. Ou seja, há recurso financeiro, humano e físico? Então há uma possibilidade.

Comece pequeno e não faça nada igual ao que outros já fizeram. Seja o vendedor do seu produto pelo menos duas horas por dia, isso ajuda no aperfeiçoamento do plano e da empresa. Seja sempre generoso como puder, às vezes oferecer água ou café faz toda a diferença. Ouça seus clientes e quem tem mais experiência no ramo, é a melhor forma de eliminar o que estiver dando errado no trajeto.

Segundo o IBGE, em cada 5 empresas 3 declaram falência após o 5º de mercado, e sem nunca terem consultado o SEBRAE. Para não fazer parte do saldo negativo desses dados, siga sempre o seu plano de negócios e não tenha medo de abandonar algumas ideias se elas não derem certo. Ser dono de empresa é um constante aprendizado pois o mercado se renova o tempo todo.

 

Segundo: Desenvolva o processo empreendedor

É necessário identificar quais são as oportunidades de fazer negócio e gerar ideias a partir da criatividade, intuição e experiência. O processo empreendedor é algo constante e presente em todo o caminho, mas principalmente quando está começando ou já começou e percebeu que pode estar falhando.

No SEBRAE as empresas contam com um serviço de consultoria voltado especialmente para esclarecer essas dúvidas. Às vezes o que falta no seu empreendimento, já deu certo para outros e só quem conhece a história de várias empresas pode te indicar a melhor alternativa.

A captação de recursos é uma das coisas que faz parte do processo empreendedor, e é preciso ser bastante realista na hora de buscar o que seu sonho precisa para sair do papel. É essa a etapa que põe em prática o modelo de negócio que sustenta a sua empresa. Afinal, o que ela é ou pretende ser é mais do que uma simples ideia, é um raciocínio lógico sobre as possibilidades que envolvem mais erros do que acertos.

 

Terceiro: Empreenda com os pés no chão

Ser realista é a melhor forma de gerenciar uma empresa. Por exemplo, a comunicação visual é um dos passos vitais para que o negócio seja reconhecido no mercado. Ela carrega a identidade do empreendimento, mas para ser viável é necessário ser firme com a visão, missão e valores da empresa, além de estar dentro do seu orçamento sempre. Saber reconhecer o que pesa mais na hora de investir é o que dá vida ao sonho e garante o seu retorno.

No mercado internacional as micro e pequenas empresas são conhecidas como “always beta”, ou seja, sempre um teste. Elas estão sucessíveis à falhas o tempo todo, mas não podem perder o seu ponto de partida jamais. É reconhecendo suas capacidades que uma empresa presta seu serviço da melhor maneira.

Assim como é vital procurar um engenheiro ou arquiteto na hora de construir ou reformar, um empreendedor precisa contar com o SEBRAE no desenvolvimento do seu negócio. O empreendedorismo é algo que transforma, mas também cobra que saibamos vencer todos os dias os maiores desafios da jornada.

Em Santa Maria o SEBRAE está localizado na Rua Coronel Niederauer, 1221, entre Duque de Caxias e Conde de Porto Alegre; o telefone de contato é 0800 570 0800 e o site www.sebrae.com.br. Agende uma consultoria e não tenha medo de sonhar.

 

Cartilha SEBRAE

O SEBRAE desenvolveu uma Cartilha chamada “O QUADRO DE MODELO DE NEGÓCIOS – Um caminho para criar, recriar e inovar em modelos de negócios“; com o objetivo de apoiar todos os empreendedores na criação, diferenciação ou inovação do seu Modelo de Negócios.

 

Preenchendo o formulário abaixo, você terá acesso ao link para download da Cartilha completa em PDF:

 



Vitrinismo: descubra em 4 dicas como melhorar a porta de entrada da sua loja e conquiste mais clientes

Todo dono de loja física sabe que a vitrine é o seu principal expositor para conquistar o público com comunicação visual. Com boas técnicas de venda, o vitrinismo é responsável por incentivar potenciais clientes a entrarem para conhecer mais os produtos.

Criar o hábito de acompanhar as tendências de mercado e principalmente o desejo do público faz com que ela precise mudar constantemente. Entender um pouco mais sobre vitrinismo e saber como usá-lo com base na psicologia do consumo é o que pode transformar a sua vitrine em um convite irresistível para quem estava “só olhando”.

 

1 – Conheça bem o seu público

É necessário saber quem é o público, pois isso dá as coordenadas de como é a vitrine ideal para a loja. Para a geração anterior a experiência proporcionada pelo produto era um resultado do consumo. Já para a geração atual, conhecida como Y e Z, a experiência é o que motiva esse consumo.

Podemos ver isso nas vitrines das lojas de celular. Os aparelhos mais tecnológicos estão sempre à disposição do contato pessoal, e provavelmente conectados a algum acessório que potencialize a experiência para ser mais imersiva, ideal para o público mais jovem. Os menos tecnológicos, procurados por quem não prioriza aproveitar toda a evolução dos smartphones, estão em posições menos acessíveis pelas laterais da loja e pouco presentes nas vitrines abertas.

Esse conhecimento sobre o cliente fornece dados para o planejamento das vitrines e será ideal que ele preveja pelo menos 18 meses. Dessa forma é possível estipular os gastos e apostar na criação visual que conquiste mais pessoas em vez de só ser uma exibição dos produtos.

 

2 – Use da tecnologia para aumentar a interação

O uso da tecnologia na vitrine faz ela ir muito além de apenas servir para adesivar as promoções que estão acontecendo. A tecnologia tem a capacidade de mexer com a curiosidade do consumidor e estimulá-lo a entrar na loja, mas isso depende de ter um bom elemento surpresa.

Um exemplo de elemento surpresa que impulsiona o consumo é o uso de realidade aumentada nas vitrines de lojas de brinquedo. Esse tipo de criatividade é capaz de atrair crianças e, consequentemente, seus responsáveis. Isso tem aumentando o consumo de seus itens e gerado compartilhamento nas redes sociais.

Nas grandes metrópoles já há vitrines onde essa interatividade é voltada também para adultos, onde é possível o cliente experimentar óculos e roupas em si antes mesmo de entrar na loja. Para quem possui um empreendimento com bom desempenho nas redes sociais, a vitrine pode ser um argumento que convence o consumidor do sucesso da marca ao exibir ao vivo o engajamento que acontece online.

 

3 – Analise bem o calendário e organize o seu

Estar atento ao calendário garante um contato indireto com o seu cliente. Todos os anos surgem novas datas comemorativas e por várias vezes elas são somente simbólicas e específicas, como o 4 de maio para os fãs de Star Wars. Utilizar isso para dedicar uma vitrine diz ao seu público que você se importa com ele e supre seu gosto.

O calendário também é uma forma de antever e determinar as principais promoções, como natal e queimas de estoque. As promoções secundárias não podem ser descartadas, elas acontecem em comum com outras lojas, então exigem que a vitrine convença o cliente de que a sua loja tem os melhores produtos.

Os períodos livres, entre uma data e outra, podem servir para apresentar novas coleções, como as de mudança de estação. A vitrine apresenta o que há de diferencial para o cliente, então também pode reservar um espaço para promover novas seções e eventos.

De acordo com o calendário, é possível planejar o gasto com cada design de vitrine, priorizando a maior parte da verba para o que atrai mais clientes ou exige mais merchandising. Vitrines mais simples, ou que não duram muito tempo, devem ter um orçamento menor e sempre de acordo com o seu retorno.

Quando o projeto é mais ousado o seu planejamento deve ser mais preciso. Tudo o que for produzido de forma terceirizada necessitará de um tempo para ser fabricado, então é importante firmar os fornecedores com antecedência.

Não esqueça de levar em consideração o tempo de desmonte da vitrine. As mais simples gastam horas, mas as mais bem trabalhadas podem levar até mais de um dia. E sempre fotografe o que foi produzido, serve para consulta posterior e ajuda até em uma possível criação de portfólio.

 

4 – Padronize as cores e desperte a intuição

A comunicação visual de um espaço é o que mais estampa a sua personalidade e o ideal é que ela esteja presente desde a vitrine. Usar as cores da sua marca para segmentar seções ou apresentar novas coleções, além de gravar na memória do consumidor o padrão cromático da identidade do seu negócio, cria uma interação com o interior da loja e tudo que ela dispõe.

As cores são entendidas de formas diferentes em cada cultura, às vezes até pelo público. Algumas podem ser chamativas e atrativas, como o vermelho. Mas há cores que podem acabar afugentando a clientela por parecerem monótonas e apagadas, como o cinza. Nesses casos é necessário usar da criatividade para combinar uma boa paleta de cores como um bom argumento para a aquisição de produtos.

Ouvir o consumidor é essencial desde sempre. Ele está atento a tudo que gosta através da internet, inclusive com influências internacionais, então o seu favoritismo muda sempre. Satisfazer essa demanda faz o seu negócio ser uma vitrine para o que acontece ao redor do mundo, e o seu cliente ficará satisfeito por consumir a sua marca.

O vitrinismo também faz parte de um mercado bem específico e voltado principalmente para as lojas de varejo. Ele é a porta de entrada para que o design de serviço atraia, convença e fidelize mais clientes.

Comunicação Visual / Design de Serviço

Leia aqui