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Vitrinismo: descubra em 4 dicas como melhorar a porta de entrada da sua loja e conquiste mais clientes

Todo dono de loja física sabe que a vitrine é o seu principal expositor para conquistar o público com comunicação visual. Com boas técnicas de venda, o vitrinismo é responsável por incentivar potenciais clientes a entrarem para conhecer mais os produtos.

Criar o hábito de acompanhar as tendências de mercado e principalmente o desejo do público faz com que ela precise mudar constantemente. Entender um pouco mais sobre vitrinismo e saber como usá-lo com base na psicologia do consumo é o que pode transformar a sua vitrine em um convite irresistível para quem estava “só olhando”.

 

1 – Conheça bem o seu público

É necessário saber quem é o público, pois isso dá as coordenadas de como é a vitrine ideal para a loja. Para a geração anterior a experiência proporcionada pelo produto era um resultado do consumo. Já para a geração atual, conhecida como Y e Z, a experiência é o que motiva esse consumo.

Podemos ver isso nas vitrines das lojas de celular. Os aparelhos mais tecnológicos estão sempre à disposição do contato pessoal, e provavelmente conectados a algum acessório que potencialize a experiência para ser mais imersiva, ideal para o público mais jovem. Os menos tecnológicos, procurados por quem não prioriza aproveitar toda a evolução dos smartphones, estão em posições menos acessíveis pelas laterais da loja e pouco presentes nas vitrines abertas.

Esse conhecimento sobre o cliente fornece dados para o planejamento das vitrines e será ideal que ele preveja pelo menos 18 meses. Dessa forma é possível estipular os gastos e apostar na criação visual que conquiste mais pessoas em vez de só ser uma exibição dos produtos.

 

2 – Use da tecnologia para aumentar a interação

O uso da tecnologia na vitrine faz ela ir muito além de apenas servir para adesivar as promoções que estão acontecendo. A tecnologia tem a capacidade de mexer com a curiosidade do consumidor e estimulá-lo a entrar na loja, mas isso depende de ter um bom elemento surpresa.

Um exemplo de elemento surpresa que impulsiona o consumo é o uso de realidade aumentada nas vitrines de lojas de brinquedo. Esse tipo de criatividade é capaz de atrair crianças e, consequentemente, seus responsáveis. Isso tem aumentando o consumo de seus itens e gerado compartilhamento nas redes sociais.

Nas grandes metrópoles já há vitrines onde essa interatividade é voltada também para adultos, onde é possível o cliente experimentar óculos e roupas em si antes mesmo de entrar na loja. Para quem possui um empreendimento com bom desempenho nas redes sociais, a vitrine pode ser um argumento que convence o consumidor do sucesso da marca ao exibir ao vivo o engajamento que acontece online.

 

3 – Analise bem o calendário e organize o seu

Estar atento ao calendário garante um contato indireto com o seu cliente. Todos os anos surgem novas datas comemorativas e por várias vezes elas são somente simbólicas e específicas, como o 4 de maio para os fãs de Star Wars. Utilizar isso para dedicar uma vitrine diz ao seu público que você se importa com ele e supre seu gosto.

O calendário também é uma forma de antever e determinar as principais promoções, como natal e queimas de estoque. As promoções secundárias não podem ser descartadas, elas acontecem em comum com outras lojas, então exigem que a vitrine convença o cliente de que a sua loja tem os melhores produtos.

Os períodos livres, entre uma data e outra, podem servir para apresentar novas coleções, como as de mudança de estação. A vitrine apresenta o que há de diferencial para o cliente, então também pode reservar um espaço para promover novas seções e eventos.

De acordo com o calendário, é possível planejar o gasto com cada design de vitrine, priorizando a maior parte da verba para o que atrai mais clientes ou exige mais merchandising. Vitrines mais simples, ou que não duram muito tempo, devem ter um orçamento menor e sempre de acordo com o seu retorno.

Quando o projeto é mais ousado o seu planejamento deve ser mais preciso. Tudo o que for produzido de forma terceirizada necessitará de um tempo para ser fabricado, então é importante firmar os fornecedores com antecedência.

Não esqueça de levar em consideração o tempo de desmonte da vitrine. As mais simples gastam horas, mas as mais bem trabalhadas podem levar até mais de um dia. E sempre fotografe o que foi produzido, serve para consulta posterior e ajuda até em uma possível criação de portfólio.

 

4 – Padronize as cores e desperte a intuição

A comunicação visual de um espaço é o que mais estampa a sua personalidade e o ideal é que ela esteja presente desde a vitrine. Usar as cores da sua marca para segmentar seções ou apresentar novas coleções, além de gravar na memória do consumidor o padrão cromático da identidade do seu negócio, cria uma interação com o interior da loja e tudo que ela dispõe.

As cores são entendidas de formas diferentes em cada cultura, às vezes até pelo público. Algumas podem ser chamativas e atrativas, como o vermelho. Mas há cores que podem acabar afugentando a clientela por parecerem monótonas e apagadas, como o cinza. Nesses casos é necessário usar da criatividade para combinar uma boa paleta de cores como um bom argumento para a aquisição de produtos.

Ouvir o consumidor é essencial desde sempre. Ele está atento a tudo que gosta através da internet, inclusive com influências internacionais, então o seu favoritismo muda sempre. Satisfazer essa demanda faz o seu negócio ser uma vitrine para o que acontece ao redor do mundo, e o seu cliente ficará satisfeito por consumir a sua marca.

O vitrinismo também faz parte de um mercado bem específico e voltado principalmente para as lojas de varejo. Ele é a porta de entrada para que o design de serviço atraia, convença e fidelize mais clientes.

Comunicação Visual / Design de Serviço

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O poder do Retail Design na venda de produtos

Estados Unidos é uma grande potência mundial, principalmente quando falamos em consumo. Seus modelos de promoções são replicados em vários países com a expectativa de aumentar o lucro das empresas, como a famosa Black Friday. O que pouca gente entende é que para conseguir realizar esse tipo de oferta, os outros dias do ano são movidos por vendas mais intensas, resultantes do Retail Design de seu espaço. Isso coloca o lucro em um patamar onde seja possível realizar o saldão do Black Friday sem prejudicar o lucro em grandes companhias como a rede Walmart.

A disposição do espaço é a chave do negócio

As pessoas tendem a comprar e escolher facilmente o que já conhecem, e na maioria das vezes entram nas lojas sabendo o que devem comprar. A escolha do produto em ambiente de varejo não é como em um supermercado, não é só colocar em uma prateleira à vista e o consumidor vai comprar o que precisa. É necessário induzir inconscientemente a compra, e parte disso é pura psicologia do consumo aplicada ao design do espaço, em especial se for varejo.

Jonathan Levav, professor da Escola de Negócios na Universidade de Stanford, especialista em psicologia do consumo, possui diversas pesquisas que explicam a variedade do poder de escolha da mente humana. Uma delas, realizada em meio a um período de crise e decadência do consumo no Estados Unidos, descobriu que a falta de comunicação correta não criava a necessidade de compra nas pessoas, e com isso as empresas passaram a investir na comunicação visual. Outra, realizada como um segunda etapa da anterior, apontou que quando o consumidor está na loja e esbarra em outro comprador ele tende a deixar a loja mais rápido e sem efetuar a compra. Isso fez as lojas aumentarem o espaço nos corredores, a fim de evitar esse contato indesejado. Puro Retail Design.

O ambiente que escolhe pelo cliente

A teoria mais famosa do professor Levav influenciou até o próprio Barack Obama. Conhecida como “gas tank”, ela compara a mente com um tanque de gasolina que vai se esvaziando conforme tomamos decisões diariamente. Lendo sobre isso, o ex-presidente dos Estados Unidos decidiu eliminar as decisões mais simples da sua rotina, como o que vestir ou o que comer, para poder estar focado nas mais difíceis durante o dia. No Retail Desgin das lojas usa-se o mesmo. O cliente já sabe o que quer, mas para onde o ambiente o atrai precisa ter coisas que ele passe a querer.

Quase 60% das pessoas entram nas lojas incertas sobre o que comprar, apenas para olhar os produtos, e é a comunicação do espaço que precisa dar razões para que elas efetuem a compra. Por exemplo, em uma loja de roupas como a Renner os espelhos espalhados no ambiente são o que estimulam o consumidor a experimentar algo. Vendo seu reflexo nos corredores ele consegue imaginar como as roupas ficariam no seu corpo e se aquilo serve para compor seu guarda-roupa, então ele experimenta. Em caso de não necessitar do produto, uma boa oferta é o que o convence da compra, ela escolhe por ele.

Parece impossível, mas é a disposição do espaço e de seus produtos os maiores responsáveis pelo lucro das empresas de varejo. É dessa forma que elas dizem para o cliente que ele precisa adquirir algo. A rede de lojas Clip é um exemplo gaúcho de empresa que apostou no estudo de Retail Design para criar a necessidade de consumo em seus clientes. O moderno ambiente conta com sua expressiva comunicação visual que informa o consumidor sobre tudo que está à sua disposição. Isso impulsionou a Clip a ser a maior Rede de Multilojas do sul do país, e em Santa Maria a Jungton foi a parceira responsável pela produção de toda a sua comunicação visual, da fachada ao interior da loja.

A confiabilidade da sua identidade

A imagem de uma empresa para o seu cliente a conduz ao sucesso. Ela pode ser comunicada de diversas formas, mas é preciso ter cautela para não virar prejuízo e baixar os números de lucro e público que afetam a confiabilidade do serviço. Por exemplo, quando uma multinacional passa por um escândalo e suas ações desvalorizam de forma responsiva, é a equipe de comunicação quem entra em ação. Ela precisa gerir a crise e evitar a perda de clientes e investidores, estabilizando a imagem da empresa.

No caso de empresas menores e dos profissionais liberais não é assim que funciona. Por atenderem seu público de forma direta, qualquer ruído pode causar uma má impressão e afugentar clientes do serviço que o empreendimento presta. Para evitar que isso aconteça, é preciso ter atenção também com o que constitui o ambiente da empresa, principalmente onde o serviço será prestado, pois tudo nele é a sua identidade.

Serviço/Produto conforme a oferta

No mercado há muita empresa que busca lucrar com a subjetividade nas suas ofertas, e essas são as que menos estão entre as preferências de escolha quando o cliente entende isso. Além disso, é a qualidade do serviço que o destaca da concorrência, e ela deve estar presente inclusive na comunicação visual do ambiente.

Segundo o Sebrae-SP, o cliente só opta pelo mais barato quando não pode pagar pelo que, para ele, tem mais qualidade, e geralmente tenta negociar com o fornecedor antes de adquirir o produto. A confiabilidade representa 32% na hora de avaliar o que define qualidade, e ela significa prestar o serviço exatamente como oferecido, muitas vezes independendo até do que esteja no contrato. Ou seja, se o empreendimento prometeu A, B e C para seu cliente e no contrato só deveria fornever A e B, ele deve fazer a sua palavra valer e fornecer também o C, como havia oferecido. Não importa se é o doce mais gostoso do mundo, o cliente avaliará a experiência de aquisição por completo e isso será a identidade do negócio.

Erros podem diminuir a qualidade do serviço

Em casos onde o serviço compromete tempo, qualquer erro que cause atraso ficará registrado na mente do consumidor como insatisfatório, principalmente se pudesse ter sido evitado pelo fornecedor. Nos Estados Unidos isso é levado tão a sério que a maioria das empresas que oferecem delivery não cobram pelo produto caso a entrega ultrapasse o tempo estimado. Aqui no Brasil vemos isso em casos onde a maioria dos clientes tiveram uma boa experiência de aquisição, mas aquele que enfrentou problemas provavelmente não voltará a consumir o serviço, pois não há confiabilidade.

Quando a imagem diz o que precisa

O primeiro contato do cliente é com a imagem da empresa, seja na internet ou no espaço onde o produto é ofertado. Ela precisa expressar tudo o que tem a oferecer, pois é a comunicação quem definirá se esse contato transformará a procura em aquisição. Isso acontece frequentemente com profissionais liberais como os advogados, dentistas, médicos, arquitetos e etc.

Em Santa Maria, o Consultório de Odontologia Estética e Ortodontia Larissa Giacomelli apostou no projeto da arquiteta Alexandra Scotta para expressar o seu serviço em cada metro quadrado da clínica.

Com sua essência presente na comunicação visual, a Jungton foi a parceira responsável pela produção e aplicação do adesivo na porta de entrada, da logo em acrílico na parede da recepção e das placas de identificação das salas. A qualidade do produto ofertado pela clínica agora está presente até nos acabamentos da sua sinalização.

São empreendimentos assim que se firmam diante da clientela, comunicando confiabilidade na sua identidade de acordo com o serviço que prestam.

A Comunicação Visual como um Design de Serviço

A personalidade de como uma empresa oferece seu serviço é o que está por trás do sucesso que ela tem, e várias etapas são necessárias para construí-lo. Conseguir entender o que cliente deseja para surpreendê-lo, especialmente oferecendo o seu produto da forma como ele merece, faz com que ele sinta que a sua empresa é algo que facilita a rotina da vida dele.

Planejar a personalização do seu empreendimento é o que chamamos de design de serviço, que é quando uma empresa consegue oferecer ao cliente algo pensado especialmente para ele. Os serviços são as coisas que usamos mas não os possuímos, como ir cortar o cabelo ou fazer as unhas. Usufruir deles é sempre uma experiência.

Para melhorá-la, o primeiro passo é analisar como a empresa a proporciona e assim solucionar os problemas que podem prejudicar o atendimento ao cliente. Isso agrega valor à identidade do empreendimento e fideliza seus clientes. Temos como exemplo o Uber que, além do preço atrativo, oferece em seu serviço opções personalizadas e mimos que constroem o seu diferencial. Balas e garrafinhas de água mineral estão presentes em quase todos os carros nas grandes cidades, e ainda há também versões especiais que oferecem até sorvete ou comida.

Para quem tem loja física, a comunicação visual é a primeira etapa de um design de serviço. Ela identifica o empreendimento e o seu diferencial, e ainda pode ser a ponte para o que a empresa precisa conhecer para melhorar e satisfazer seus clientes. Como quando entramos em um grande magazine e vemos a caixa de sugestões e reclamações.

Para entender melhor, é preciso pensar na seguinte situação: Quando duas empresas vendem serviços idênticos pelo mesmo preço, o que define qual vai atrair mais clientes para fazer sucesso? A resposta é simples, o design de serviço fará a diferença. Ele estará presente da vitrine à disposição confortável dos móveis onde os clientes consumirão o serviço ofertado. Ou, como no caso das operadoras de telefonia móvel, ele será a forma como a empresa atende sua clientela.

Há 40 anos acompanhando o exemplo de vários empreendimentos, incluindo os nossos parceiros, afirmamos que é impossível chegar ao topo pulando etapas. A sua empresa também pode contar com a Jungton para a execução do seu projeto de comunicação visual. Afinal, quem pensa no cliente na hora de oferecer seu serviço já está um passo à frente na jornada para o sucesso.

Santo Garden, personalidade além do prato

A internet trouxe consigo mais alternativas para as empresas alcançarem suas metas, principalmente para quem pretende solidificar o seu negócio. No setor alimentício não foi diferente, as novas possibilidades abriram as portas para mais restaurantes, e o Instagram tem sido um grande amigo na hora de conquistar mais clientes e divulgar o serviço.

Desde a pré-história o ser humano celebra momentos ao redor da comida. A partir da popularização de cenas históricas, como o afresco d’A Última Ceia de Leonardo Da Vinci, ele foi estimulado a retratar o que come e com quem come, onde a fartura é um sinônimo de poder.

Para a psicologia, há dois tipos de fome que levam a pessoa a se alimentar fora de casa, a fisiológica e a social. A fisiológica é a fome em si, a que deixa o cliente ansioso para comer. A social, caracterizada pelo hábito de comer em grupo para festejar, estimula a interação das pessoas com o ambiente e cria o clima ideal para fotografar o momento, enquanto aguardam o pedido ficar pronto.

Dependendo da grandeza da ocasião que gera a fome social, a identidade do espaço é o que tem mais peso na hora da escolha do restaurante. Por isso é importante priorizar a harmonização da arquitetura com cor, iluminação e sinalização visual. Além de informar sobre tudo que o local dispõe, transmite a personalidade do lugar nas fotografias registradas pelos clientes e compartilhadas com seus seguidores.

Em Santa Maria, o restaurante Santo Garden é uma moldura conhecida para quem opta por se alimentar fora de casa. Seja pelo simples prazer de comer bem ou pela elegância do motivo, seu cardápio atende clientes dos mais variados gostos. O espaço contou com a parceria Jungton para a materialização da sua identidade visual, um dos símbolos da sua originalidade.

Foi sob o projeto publicitário de Fabiano Rosa que aplicamos vários tipos de adesivos decorativos, como os impressos sobre vinil transparente, os de recorte com frase decorativa e os de sinalização dos banheiros. Há também placas direcionais, tótem externo com a identificação da marca em ACM e letras em inox polido, e tótens menores para orientação da entrada. A forma mais objetiva de informar qual é a identidade do local.

Anos atrás o sucesso de um restaurante dependia de grandes meios de comunicação. Atualmente, uma postagem no instagram pode impulsionar o crescimento e a fidelidade do público quase que gratuitamente. Tudo depende da imagem, e ela vai do prato ao ambiente. O restaurante Santo Garden é um exemplo de como a harmonização da boa culinária com uma estrutura bem comunicada é a chave para o sucesso nas redes sociais.

Comunicação ECOlógica – Projeto RElona

Numa sociedade cada vez mais consciente, não basta respeitar apenas os seus clientes, é necessário tratar com igualdade a sociedade e o meio ambiente onde estamos inseridos. Com foco nisso, estabelecer uma meta de redução de resíduos para favorecer a preservação ecológica foi um compromisso da Jungton em todas as suas produções.

Ainda em 2016, através da professora Marta Tocchetto, nos tornamos apoiadores do Projeto RElona, parte do Programa Grupo Incorpore: Ações Coletivas para o Meio Ambiente, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Uma atitude simples, mas que reduz o impacto ambiental reutilizando lonas na confecção de bolsas, sacolas, estojos e afins.

A função da Jungton nessa empreitada acontece na divulgação do projeto, na doação de lonas para a reciclagem, de ferramentas como réguas e estiletes e na produção de etiquetas que vão fixadas nos produtos. Assumindo a responsabilidade ecológica da nossa empresa, também oferecemos aos nossos clientes a coleta gratuita de lonas e destinamos ao RElona.

Além de cumprirmos nosso papel na preservação do meio ambiente, também conscientizamos o nosso público da importância de apoiar ações sociais voltadas para a reciclagem. Dentro da nossa empresa nossos colaboradores são incentivados à cultura da reutilização e destinação correta de resíduos. Nossos clientes reconhecem a Jungton como uma empresa que cumpre a sua tarefa na redução dos danos ambientais.

Os voluntários do projeto se encontram uma vez por semana para realizar a confecção dos produtos. Uma parte deles é doada como um convite à conscientização coletiva e a outra vira fonte de renda para a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN).

Caso você queira doar material para o Projeto RElona, basta entrar em contato com a Jungton através do telefone (55) 3221.7731 ou pelo e-mail contato@jungton.com.br e realizaremos a coleta gratuitamente.

Multissensorial: conheça como essa técnica de vendas converte experiência em consumo

Se a primeira impressão é a que fica, a comunicação visual cria a experiência no PDV e vira a fotografia que seu cliente armazena como uma memória afetiva. Tudo faz parte das técnicas de venda baseadas em psicologia do consumo para criar um ambiente multissensorial que estimula o consumidor a comprar. Daí em diante, a imagem que ele tem do seu empreendimento é muito mais do que os olhos puderam ver, é um conjunto de técnicas que foram aplicadas para agregar valor a sua marca.

 

A trilha sonora é o conforto

Do planejamento do ambiente à escolha das músicas que tocarão no PDV, as estratégias comunicacionais são as peças-chave que agirão no subconsciente do consumidor e estimulará a aquisição de produtos e a preferência pelo seu espaço.

Nesse caso, a trilha sonora tem o papel de causar conforto e fazer o cliente entender que está em uma loja que tem tudo a ver com os seu gosto. Essa identificação com a música que toca no PDV também relaxa o consumidor e faz com que ele consiga concentrar-se nos produtos a sua disposição.

 

Toque para sentir a qualidade

A possibilidade de contato com o produto estimula a curiosidade e o tato. O sentido do toque é um dos mais importantes na hora de vender algo pois é o que confirma a sua qualidade. Apesar do mercado está migrando também para o online, raramente o consumidor vai adquirir algo à distância sem conhecer a sua marca.

 

O cheiro que marca momentos

O cheiro do ambiente provoca reações imediatas que vão direto para o sistema nervoso central. Isso desperta e até cria uma memória olfativa mais intensa e frequente. Sabe quando compramos uma peça de roupa nova e ela exala seu cheiro único? Isso transforma a ação de abrir o guarda-roupas em uma viagem em direção ao local onde vivemos a experiência daquela aquisição.

Comprar entrega dopamina ao cérebro, o hormônio do prazer. É uma ação que nos diz que naquele momento temos o poder de adquirir algo que queremos. Utilizar fragrâncias exclusivas no seu PDV conectam o produto que o cliente consome à sua marca, onde quer que ele esteja.

 

Cenários marcantes e funcionais

A organização visual de um PDV está presente desde o design mobiliário que proporciona circulação e acessibilidade, passa pela iluminação que valoriza o produto e vai até os detalhes do acabamento arquitetônico que identifica a sua marca. Nessa hora a comunicação visual é o que estimula o sentido mais óbvio, a visão. Mas ela precisa ser planejada e executada de forma equilibrada para gerar conforto e segurança, materializando a sua identidade e missão.

Em Santa Maria, a loja de roupa feminina Zana é um exemplo para quem busca viver essa experiência multissensorial. A sua comunicação visual, que contou com a parceira Jungton, está presente na riqueza de detalhes de uma fachada em ACM com elementos vazados, letra caixa em MDF, acrílico e luminosas, placas informativas, sinalização de setores, displays de mesa e até nos adesivos das suas vitrines.

O emprego dessas técnicas regou a árvore da trajetória da loja Zana e o fruto colhido é o sucesso já perceptível nas suas redes sociais. Um conjunto de estratégias simples que ao serem bem executadas fizeram toda a diferença na hora de se estabelecer como a preferida entre seu público. Um exemplo disso é a importância do conhecimento das técnicas de vitrinismo mais atuais para fidelizar.

 

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VITRINISMO

Como melhorar a porta de entrada da sua loja

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Ações que proMOVEM – Projeto Social “Orquestrando Arte”

Apoiar causas filantrópicas promove a interação entre as empresas por intermédio das ações sociais, tornando-se uma relação de benefício mútuo quando o empreendedor participa de projetos de forma voluntária. Além do incentivo social, isso agrega valor à marca e melhora até as relações sociais de seus colaboradores.

Para nós da Jungton, estar presente vai muito além da valorização da nossa identidade. Carregamos como uma de nossas missões o desejo de estimular o desenvolvimento sociocultural dos cidadãos santamarienses. Para tornar esse objetivo real, construímos nosso caminho através de parcerias com alguns projetos sociais, como o desenvolvido pela Associação Orquestrando Arte.

Fomos conhecer a causa a convite de um dos nossos clientes, e como agradecimento recebemos os músicos do projeto para uma apresentação em nossa sede. A experiência foi enriquecedora, e o encanto foi a peça-chave que nos cativou como apoiadores. Atualmente, contribuímos através de auxílio financeiro, doação de peças para a comunicação visual, participando voluntariamente nos brechós mensais e angariando novos parceiros em nosso catálogo de clientes.

Mais do que proporcionar a inclusão social de crianças, adolescentes e jovens através da arte, o projeto também trouxe benefícios para dentro da nossa empresa. Nossos colaboradores ficam à vontade para contribuir com o projeto se quiserem. Seja no brechó, na produção do material que será doado ou como público dos eventos, eles estimulam cada vez mais o engajamento da Jungton em ações sociais e refletem isso melhorando a sua conduta no ambiente de trabalho.

Para conhecer melhor os projetos da Associação Orquestrando Arte, acesse www.orquestrandoarte.org.
Se deseja ser voluntário ou fazer doações, entre em contato através do telefone (055) 98114-9042 ou e-mail orquestrandoarte@gmail.com.
A sede da Associação Orquestrando Arte está localizada no 2º andar do prédio da ULBRA, no endereço BR 287, KM 252, Trevo Maneco Pedroso, Boca do Monte.

Comunicação Visual no ponto de venda – Case Totem Vestibulares

Se “uma imagem vale mais que mil palavras”, conseguir dizer mil coisas sobre si é o melhor caminho para a empresa que busca seu espaço no mercado. Investir em comunicação visual é a porta de entrada para novos clientes, principalmente no ponto de venda. Isso garante até 40% de aumento em número de vendas e um bom retorno sob o valor investido em publicidade.

As características visuais são um fator fundamental na aproximação do cliente, facilitando a percepção do produto comercializado. As empresas que possuem um ambiente sinalizado com sua identidade visual ganham a confiança do consumidor potencial e viram referência no segmento.

Para a psicologia, há quatro fatores essenciais que influenciam na tomada de decisão na hora de uma compra. A motivação, a necessidade, a atitude e a personalidade. Esses fatores fazem o indivíduo se sentir exclusivo e estão ligados diretamente às características visuais do ambiente onde acontece o consumo/compra.

Apostando nisso, o Totem Vestibulares investiu na reformulação da sua marca e nos confiou a tarefa da sinalização visual dos seus espaços. Agora, o sucesso da empresa está materializado visualmente na estrutura física de todas as suas unidades.

Sua comunicação visual tinha como critério firmar a marca em três pilares: qualidade do produto, segurança dos resultados e conforto do espaço. A jovialidade da marca e o tradicionalismo do segmento foram alinhados com a nova sinalização do ambiente, aumentando a valorização pelos alunos. O retorno se traduziu em valor agregado, aumento da fidelização e do número de novos estudantes.

Comunicação Visual na construção civil – Case Construtora Jobim

Prédios em construção fazem parte da rotina santa-mariense. Tão comuns, só não passam despercebidos pelo barulho que emitem, e ser imperceptível não seria o ideal para esse tipo de mercado. Como saída, o setor da construção civil tem investido em publicidade, focando na comunicação visual dos seus pontos de venda (PDV).

O empreendimento de uma construtora é criar e vender espaço para quem busca investir em um imóvel. Alinhar esse objetivo com uma boa campanha publicitária constrói o elo entre oferta e demanda no atual mercado da construção civil, em especial quando se trata de espaços ainda na planta.

A comunicação visual promove as estratégias publicitárias e reforça a presença de marca da empresa. Essa presença age no processo psicológico da percepção, influenciando na forma como a mente conecta referências visuais e as armazenada no cérebro. O resultado é lembrança de marca e conquista do público-alvo.

Em Santa Maria, a Construtora Jobim é um exemplo desse resultado. Seu maior empreendimento, o Espírito Santo, conta com o planejamento publicitário da J. Adams Propaganda e a execução da comunicação visual da Jungton.

Das 4 torres que estão sendo construídas, a torre Amor, com entrega prevista para outubro de 2018, está completamente vendida. As torres Bondade e Caridade estão em excelente ritmo de vendas e tendem ao esgotamento da mesma forma. A torre Divindade ainda não está à venda.

Esse sucesso é fruto das ações realizadas, tanto em termos de identidade visual como a sinalização do empreendimento, que contou com placas de veículos personalizadas com o nome das torres que compõem o Espírito Santo; confecção de display em MDF com um demonstrativo da aparência final; letras caixa com a numeração do prédio e adesivação de tapumes e de vidros do ponto de venda, junto ao empreendimento.

As ações de comunicação fortaleceram a marca da Construtora Jobim em mais essa empreitada, reforçando a posição da empresa como referência no ramo da construção civil.