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Envelopamento de frota: por que sua empresa deveria investir?

Na era da sobrecarga de informações, é necessário ter cada vez mais criatividade para atingir potenciais clientes da sua marca. Uma ótima estratégia de comunicação visual é o envelopamento de frota, que pode ser feito em motocicletas, automóveis, vans, kombis, trailers de food truck, caminhões e ônibus.

Além de fazer sua marca circular, o envelopamento também protege a pintura contra danos do sol e pequenos riscos. Confira todos os benefícios de aderir ao envelopamento de frota.

 

Envelopamento de frota como ferramenta de marketing

Uma boa estratégia de comunicação visual é transformar os veículos a serviço da sua empresa em “outdoors móveis”, através do envelopamento de frota. A técnica, também conhecida como adesivagem ou plotagem de veículos, auxilia na circulação e visibilidade da sua marca, com um ótimo custo-benefício.

O envelopamento também associa confiabilidade ao seu negócio, demonstrando profissionalismo e seriedade.

 

Proteção do veículo

Quando há envelopamento total, o veículo fica protegido da ação do sol e da chuva, além de protegido contra arranhões leves, garantindo valor de mercado e prolongando a vida útil do automóvel.

Se em algum momento você decidir retirar o adesivo, não há nenhum risco para a pintura original da moto, carro, caminhão, etc. Basta que a instalação e remoção seja realizada por profissionais.

 

 

Segurança para o cliente

A frota envelopada, além de proteger o veículo, traz também o sentimento de segurança para clientes e fornecedores.

Essa personalização deixa o cliente seguro quando o veículo chega na residência, e também facilita processos de carga e descarga.

 

Materiais utilizados no envelopamento de frota

Para personalização de frota empresarial, o mais comum é o envelopamento com PVC Vinil, e nele é impressa a arte que vai identificar cada veículo.

Vale lembrar que para envelopamento de mais de 50% do automóvel, que altera a cor predominante original, é necessário atualizar os documentos do carro no Detran.

 

 

Cuidados com veículos envelopados

Quando levar o veículo para abastecer, preste atenção: as manchas de combustível podem danificar a película permanentemente, por isso, caso haja superfície envelopada próximo ao tanque, é necessário avisar ao frentista.

Além disso, há outro cuidado: não é indicado levar o veículo em lavagens automáticas, nem utilizar lavadoras de alta pressão. A limpeza deve ser feita, preferencialmente, com sabão e água.

E caso sua frota tenha envelopamento parcial, é necessário utilizar cera com proteção solar nas demais áreas do veículo, evitando que haja diferenças de cor na hora de remover o adesivo.

 

 

Veja exemplos de envelopamento em nosso portfolio de Sinalização de Frota

Veja aqui

 

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A versatilidade e o impacto das fachadas em ACM

Uma fachada comercial que transmite a essência do seu empreendimento é uma poderosa ferramenta de comunicação visual, capaz de influenciar na construção de valor da marca, estimular vendas e garantir o destaque do seu empreendimento.

As fachadas em ACM aliam modernidade com durabilidade. Saiba se esse é o material perfeito para a fachada do seu negócio.

 

O que é ACM?

Em inglês, ACM é a sigla para Aluminum Composite Material, ou painel de alumínio composto. As placas de ACM são compostas por duas lâminas de alumínio e polietileno entre elas. Essa união de materiais faz com que as fachadas em ACM sejam bonitas.

Cada vez mais a estética dos empreendimentos comerciais se torna um ponto chave para garantir o sucesso, e a fachada em ACM pode ser responsável por criar um visual moderno e arrojado. O ACM também pode ser utilizado em ambientes internos, inclusive como revestimento de pilares, por exemplo.

 

 

Vantagens do ACM

Em termos de pintura, é possível escolher acabamento fosco ou brilho e a durabilidade pode alcançar os 10 anos.

O alumínio junto com o polietileno confere isolamento térmico e acústico para a fachada, e quanto maior a superfície de instalação do ACM, menor o gasto com ar condicionado na hora de resfriar o ambiente.

Além disso, o ACM alia resistência com leveza e flexibilidade, podendo ser moldado de acordo com o projeto para a fachada ou para áreas internas.

É um material de fácil limpeza e manutenção, além de estar disponível em cores e texturas diversas. As fachadas em ACM podem ser utilizadas em conjunto com outros materiais e podem ser aplicadas em superfícies diversas, como ferro e alvenaria, sendo elas curvas ou retas.

Além disso, elas podem ser elaboradas com outros elementos, como as letras caixas e letreiros luminosos, confeccionando um ótimo acabamento.

Apesar da facilidade de manuseio, a garantia de durabilidade dos projetos em ACM depende de uma aplicação profissional, bem como cuidado com o prazo para a retirada do liner – filme protetor que protege as placas até o momento da instalação.

 

Fachadas em ACM: cuidados com manutenção

A limpeza das fachadas em ACM deve ocorrer com frequência, e os produtos utilizados devem ser água e sabão. Assim o material conserva o seu aspecto original por mais tempo.

Durante o projeto, é importante prever o comportamento das superfícies em termos de retenção de sujeira, bem como a atuação da chuva como agente de limpeza.

Apesar de as fachadas em ACM possuírem uma instalação de baixa complexidade, o desempenho e resultado estético estão diretamente ligados à qualidade desse serviço.

 

 

Veja exemplos de fachadas em nosso portfolio de Sinalização de PDV

Clique aqui

 

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Visual Merchandising: a chave para um negócio de sucesso

Visual Merchandising no PDV: motivos para implementar já

O Visual Merchandising engloba técnicas de varejo que já abordamos aqui, como Retail Design e Vitrinismo. Ampliar o conhecimento de técnicas pode melhorar vendas, estimular o movimento na sua loja, contribuir para a fidelização de clientes e estimular o aumento do valor de marca.

 

O que é Visual Merchandising?

O Visual Merchandising é o conjunto de técnicas que padroniza tudo o que trabalha para vender o seu produto, como a vitrine, manequins, mostruário e Retail Design. Ele faz a propaganda externa e interna do seu negócio, criando uma identidade própria e despertando a necessidade de consumo em quem estava apenas passando.

É muito mais do que bons vendedores, boa vitrine ou boa fachada, é sobre como harmonizar tudo isso para contar uma história sobre a experiência de consumo relacionada ao seu negócio.

 

Como o VM funciona

Para o cliente que vai constantemente nas mesmas lojas, a sensação é a de que sempre existem produtos novos. A verdade é que eles, geralmente, sempre estiveram lá a maior parte do tempo, só mudaram de lugar, entrando em evidência de acordo com a necessidade do público ou data.

A maneira mais fácil de perceber isso é em lojas de roupas, onde as coleções só alteram a cada estação, de 3 em 3 meses.

A montagem dos manequins e vitrines tende a seguir um cronograma para que todas as principais roupas fiquem em evidência pelo menos uma vez até a chegada da próxima coleção.

Esteja o seu produto em um manequim, uma prateleira ou na vitrine, o Visual Merchandising conversa com as tendências que aproximam o público do produto, criando um relacionamento que fideliza a longo prazo.

É importante manter um registro completo de todas as vendas do seu empreendimento, pois é a partir desses dados que você vai definir o melhor horário de venda, quais produtos são mais vendidos e qual é o público que mais os consome. Com isso, é possível criar estratégias que valorizem o que está dando certo, e permitam testar novos caminhos para o que precisa ser melhorado.

 

 

Conte uma história através do seu produto ou serviço

Quando o cliente entra em uma loja e consegue entender o que cada setor quer vender, mesmo que ele não esteja identificado por placas, isso é o storytelling criado pelo Visual Merchandising.

Se ele deseja comprar roupas para uma determinada ocasião, como uma entrevista de emprego, ele vai direto na loja onde ele sabe que tem. E é esse saber que confirma que o Visual Merchandising fidelizou mais um cliente.

Até as peças de roupas que parecem comuns passam a fazer mais sentido quando combinadas com outros acessórios. Nos manequins elas atraem o cliente com estilo parecido, e expostas na loja ao lado de produtos com cores e cortes diferentes levam a imaginação de qualquer consumidor a criar outras possibilidades de combinações que o agradam.

 

Encante para estimular o consumo

O Visual Merchandising é, basicamente, a padronização e integração de tudo o que faz parte do empreendimento. É preciso ficar evidente o que o negócio oferece, desde a fachada, criando um sentimento de identificação com o público.

Além das cores e combinações de produtos na vitrine, o Visual Merchandising alinha o Retail Design com técnicas de venda. Se bem executado, ele seduz o consumidor a fazer a sua escolha, antes mesmo do vendedor entrar em cena.

É possível ver isso de maneira mais explícita nas lojas de departamento, em que cada espaço tem uma organização por cor e tipo, respondendo a todas as dúvidas que possam surgir na mente do cliente, e incentivando o consumo.

Aqui entra a importância do layout da loja, da iluminação adequada, da paleta de cores, do uniforme dos vendedores, dos móveis, da sinalização interna e da vitrine, e que tudo isso converse para transmitir a essência do seu empreendimento.

 

Veja no vídeo abaixo um pouco mais sobre Visual Merchandising e como aplicá-lo em seu negócio:

 

Além de atrair o consumidor, você precisa criar um ambiente confortável para que ele queira ficar tempo o suficiente para comprar bastante, e para isso, nada melhor do que estimular todos os sentidos.

 

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Experiência multissensorial e como ela pode estimular o consumo

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Vitrinismo: descubra em 4 dicas como melhorar a porta de entrada da sua loja e conquiste mais clientes

Todo dono de loja física sabe que a vitrine é o seu principal expositor para conquistar o público com comunicação visual. Com boas técnicas de venda, o vitrinismo é responsável por incentivar potenciais clientes a entrarem para conhecer mais os produtos.

Criar o hábito de acompanhar as tendências de mercado e principalmente o desejo do público faz com que ela precise mudar constantemente. Entender um pouco mais sobre vitrinismo e saber como usá-lo com base na psicologia do consumo é o que pode transformar a sua vitrine em um convite irresistível para quem estava “só olhando”.

 

1 – Conheça bem o seu público

É necessário saber quem é o público, pois isso dá as coordenadas de como é a vitrine ideal para a loja. Para a geração anterior a experiência proporcionada pelo produto era um resultado do consumo. Já para a geração atual, conhecida como Y e Z, a experiência é o que motiva esse consumo.

Podemos ver isso nas vitrines das lojas de celular. Os aparelhos mais tecnológicos estão sempre à disposição do contato pessoal, e provavelmente conectados a algum acessório que potencialize a experiência para ser mais imersiva, ideal para o público mais jovem. Os menos tecnológicos, procurados por quem não prioriza aproveitar toda a evolução dos smartphones, estão em posições menos acessíveis pelas laterais da loja e pouco presentes nas vitrines abertas.

Esse conhecimento sobre o cliente fornece dados para o planejamento das vitrines e será ideal que ele preveja pelo menos 18 meses. Dessa forma é possível estipular os gastos e apostar na criação visual que conquiste mais pessoas em vez de só ser uma exibição dos produtos.

 

2 – Use da tecnologia para aumentar a interação

O uso da tecnologia na vitrine faz ela ir muito além de apenas servir para adesivar as promoções que estão acontecendo. A tecnologia tem a capacidade de mexer com a curiosidade do consumidor e estimulá-lo a entrar na loja, mas isso depende de ter um bom elemento surpresa.

Um exemplo de elemento surpresa que impulsiona o consumo é o uso de realidade aumentada nas vitrines de lojas de brinquedo. Esse tipo de criatividade é capaz de atrair crianças e, consequentemente, seus responsáveis. Isso tem aumentando o consumo de seus itens e gerado compartilhamento nas redes sociais.

Nas grandes metrópoles já há vitrines onde essa interatividade é voltada também para adultos, onde é possível o cliente experimentar óculos e roupas em si antes mesmo de entrar na loja. Para quem possui um empreendimento com bom desempenho nas redes sociais, a vitrine pode ser um argumento que convence o consumidor do sucesso da marca ao exibir ao vivo o engajamento que acontece online.

 

 

3 – Analise bem o calendário e organize o seu

Estar atento ao calendário garante um contato indireto com o seu cliente. Todos os anos surgem novas datas comemorativas e por várias vezes elas são somente simbólicas e específicas, como o 4 de maio para os fãs de Star Wars. Utilizar isso para dedicar uma vitrine diz ao seu público que você se importa com ele e supre seu gosto.

O calendário também é uma forma de antever e determinar as principais promoções, como natal e queimas de estoque. As promoções secundárias não podem ser descartadas, elas acontecem em comum com outras lojas, então exigem que a vitrine convença o cliente de que a sua loja tem os melhores produtos.

Os períodos livres, entre uma data e outra, podem servir para apresentar novas coleções, como as de mudança de estação. A vitrine apresenta o que há de diferencial para o cliente, então também pode reservar um espaço para promover novas seções e eventos.

De acordo com o calendário, é possível planejar o gasto com cada design de vitrine, priorizando a maior parte da verba para o que atrai mais clientes ou exige mais merchandising. Vitrines mais simples, ou que não duram muito tempo, devem ter um orçamento menor e sempre de acordo com o seu retorno.

Quando o projeto é mais ousado o seu planejamento deve ser mais preciso. Tudo o que for produzido de forma terceirizada necessitará de um tempo para ser fabricado, então é importante firmar os fornecedores com antecedência.

Não esqueça de levar em consideração o tempo de desmonte da vitrine. As mais simples gastam horas, mas as mais bem trabalhadas podem levar até mais de um dia. E sempre fotografe o que foi produzido, serve para consulta posterior e ajuda até em uma possível criação de portfólio.

 

4 – Padronize as cores e desperte a intuição

A comunicação visual de um espaço é o que mais estampa a sua personalidade e o ideal é que ela esteja presente desde a vitrine. Usar as cores da sua marca para segmentar seções ou apresentar novas coleções, além de gravar na memória do consumidor o padrão cromático da identidade do seu negócio, cria uma interação com o interior da loja e tudo que ela dispõe.

As cores são entendidas de formas diferentes em cada cultura, às vezes até pelo público. Algumas podem ser chamativas e atrativas, como o vermelho. Mas há cores que podem acabar afugentando a clientela por parecerem monótonas e apagadas, como o cinza. Nesses casos é necessário usar da criatividade para combinar uma boa paleta de cores como um bom argumento para a aquisição de produtos.

Ouvir o consumidor é essencial desde sempre. Ele está atento a tudo que gosta através da internet, inclusive com influências internacionais, então o seu favoritismo muda sempre. Satisfazer essa demanda faz o seu negócio ser uma vitrine para o que acontece ao redor do mundo, e o seu cliente ficará satisfeito por consumir a sua marca.

O vitrinismo também faz parte de um mercado bem específico e voltado principalmente para as lojas de varejo. Ele é a porta de entrada para que o design de serviço atraia, convença e fidelize mais clientes.

 

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Comunicação Visual / Design de Serviço

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O poder do Retail Design na venda de produtos

O Estados Unidos é um exemplo a ser seguido por ser a uma potência mundial, inclusive quando falamos em venda e consumo. Seus modelos de promoção são replicados em vários países com a expectativa de aumentar o lucro das empresas, como a famosa Black Friday. O que pouca gente entende é que para realizar esse tipo de oferta os outros dias do ano são movidos por vendas intensas, e isso só é possível com um bom Retail Design.

E ele nada mais é do que um conjunto de técnicas que ajudam alcançar uma quantidade de lucro, onde se torna possível realizar até um saldão, como o Black Friday sem ter prejuízos. Então separamos 4 dicas para você entender o que é Retail Design, como usá-lo em seu empreendimento e ainda um exemplo que faz sucesso na região Sul do país.

Todas as dicas são com base nos fundamentos de Jonathan Levav, professor da Escola de Negócios na Universidade de Stanford, especialista em psicologia do consumo, e responsável por pesquisas que explicam o peso do poder de escolha na mente humana.

 

1) O segredo da organização espacial

Saber como organizar, de forma funcional, os produtos na sua loja é a principal ferramenta para aumentar as vendas, já que pessoas compram e escolhem facilmente o que já conhecem, e na maioria das vezes já entram na loja sabendo o que comprar. A escolha do produto em ambiente de varejo não é como em um supermercado, é muito mais do que só colocar os itens em uma prateleira à vista do consumidor.

Uma pesquisa realizada pelo professor Levav apontou que quando o consumidor está na loja e esbarra em outro cliente, tende a deixar a loja mais rápido e sem efetuar a compra. Isso fez com que as lojas aumentassem o espaço nos corredores para evitar esse contato indesejado. Puro Retail Design. É ele também é o que ajuda a induzir o inconsciente à compra ao dividir o ambiente com base em psicologia do consumo, classificando itens e gerando movimento nos corredores.

 

2) O papel da comunicação na compra

A segunda etapa dessa mesma pesquisa do professor Levav, feita em meio a um período de decadência do consumo no Estados Unidos, descobriu que a falta de comunicação correta não cria a necessidade de compra nas pessoas. E foi daí que as empresar investiram em comunicação visual, a melhor forma de conduzir o cliente pela loja sem o auxílio de um vendedor.

 

 

3) O ambiente escolhe pelo cliente

Uma das teorias mais famosa de Levav influenciou até o ex-presidente Barack Obama. Conhecida como “gas tank”, ela compara a mente com um tanque de gasolina que vai se esvaziando conforme tomamos decisões diariamente. Após ler sobre isso, o ex-presidente dos Estados Unidos decidiu eliminar as decisões simples da sua rotina, como o que vestir ou o que comer, e assim passou a focar em decisões mais difíceis.

No Retail Design aplica-se o mesmo. Como o cliente já sabe o que quer, o ambiente para onde ele se direciona precisa ter coisas que ele passe a querer. É como você entrar no setor de sapatos e ter ao lado um display com meias e palmilhas.

 

4) Comunicação que vira aquisição

Quase 60% das pessoas entram nas lojas incertas sobre comprar, apenas para olhar os produtos, e é aí que comunicação do espaço precisa dar razões para que elas efetuem uma compra. Por exemplo, em uma loja de roupas como a Renner, onde os espelhos espalhados no ambiente parecem apenas ser decoração, na verdade são estímulos para que o consumidor experimente algo. Ao ver seu reflexo ele imagina como as roupas ficariam no seu corpo e se elas combinam com algo do seu guarda-roupa, e então decide experimentar.

Quando o produto não é uma necessidade imediata uma boa oferta é o que estimula a compra. É a oferta que “escolhe” pelo consumidor, como os saldões de casaco de inverno no meio do verão.

 

Rede Clip, um Retail Design que dá certo

Parece impossível, mas é a disposição do espaço e de seus produtos os maiores responsáveis pelo lucro das empresas de varejo. É dessa forma que elas dizem para o cliente que ele precisa adquirir algo.

A rede de lojas Clip é um exemplo gaúcho de empresa que apostou nesse tipo de estudo para criar a necessidade de consumo em seus clientes. O moderno ambiente conta com uma expressiva comunicação visual, informando ao consumidor sobre tudo que está à sua disposição. Do que ele precisa até ao que ele passa a precisar. Isso impulsionou a Clip a ser a maior Rede de Multilojas do sul do país.

Vale lembrar que em Santa Maria a Jungton foi a parceira responsável pela produção de toda a sua comunicação visual, da fachada ao interior da Clip.

E a sua loja ainda pode ousar além do Retail Design, principalmente se o ideal for a uma experiência de compra agradável.

 

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MULTISSENSORIAL

Veja a importância de uma experiência multissensorial para ajudar a alavancar seus números de venda

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Confira 6 dicas para aumentar a confiabilidade da sua empresa e fidelizar seus clientes

A imagem de uma empresa deve conduzi-la ao sucesso. Ela pode ser comunicada de diversas formas, mas é necessário ter cautela para não afetar a confiabilidade do serviço. Qualquer ruído vira prejuízo e pode baixar os números de lucro e público. Se uma multinacional passa por um escândalo e suas ações desvalorizam de forma responsiva, a sua equipe de comunicação entra em ação para gerir a crise e evitar danos maiores. Mas e quando é uma empresa menor ou um profissional liberal?

 

1 – Nada de ruídos

Empresas menores e profissionais liberais geralmente exercem uma comunicação de forma autônoma. Eles atendem o seu consumidor de uma forma mais direta e por isso devem ter cuidado com qualquer informação que não seja clara, tudo para evitar a possibilidade de causar uma má impressão. Por exemplo, prestar um serviço de saúde em um ambiente que não apresenta assepsia demonstra que o profissional não se preocupa com seus clientes.

 

2 – Postura compatível

É necessário ter atenção com a postura nas redes sociais e na empresa, pois a forma como trata seus clientes deve ser igual em todo lugar. Usufruir da mesma cordialidade para gerenciar o ambiente da empresa, principalmente onde o serviço é prestado, comunica uma identidade mais densa.

 

 

3 – Sem subjetividade nas promoções

No mercado há muita empresa que busca lucrar com a subjetividade em ofertas mascarando alguns defeitos, e por isso acabam sendo as que menos estão entre a preferência na escolha quando o cliente entende isso. É a qualidade do serviço que a destaca na concorrência. Segundo o Sebrae-SP, o consumidor só opta pelo mais barato quando não pode pagar pelo o que tiver mais qualidade, e geralmente tentará negociar com o melhor fornecedor antes de adquirir um produto.

 

4 – Foco em compromisso

A confiabilidade representa 32% na hora de avaliar o que define qualidade, e ela significa prestar o serviço exatamente como oferecido mesmo que o contrato seja inferior a oferta. Ou seja, se um dentista prometeu restauração, limpeza e clareamento na consulta por um preço X, mas no contrato só deveria fornecer restauração e limpeza por esse valor, ele deve manter a sua palavra e fornecer também o clareamento. E não adianta ser o mais barato e menos eficaz do mundo, o cliente avaliará a experiência da aquisição ao resultado e isso será a identidade do negócio.

 

5 – Evite erros

Em casos onde o serviço envolve tempo qualquer erro que cause atraso vira insatisfação, principalmente se fica claro que podia ter sido evitado. Por exemplo, por mais que o cliente sempre tenha tido uma boa experiência na aquisição, a partir do momento que ele enfrenta algum erro que o cause problemas optará por parar de consumir o seu serviço, pois perdeu a confiabilidade. Nos Estados Unidos isso é levado tão a sério que a maioria das empresas que oferecem delivery não cobram nada pelo produto caso a entrega ultrapasse o tempo estimado.

 

6 – Foque em imagem

O primeiro contato do cliente é com a imagem da empresa, seja na internet ou no local onde o produto é ofertado. Ela precisa expressar tudo o que o empreendimento tem a oferecer, pois é essa comunicação que definirá se esse contato transformará a procura em aquisição. Isso acontece frequentemente com profissionais liberais como os advogados, dentistas, médicos, arquitetos e etc.

 

Em Santa Maria, o Consultório de Odontologia Estética e Ortodontia Larissa Giacomelli é um exemplo de confiabilidade. Ela apostou no projeto da arquiteta Alexandra Scotta para expressar o seu serviço em cada metro quadrado da sua clínica. A sua essência está presente na comunicação visual e contou com a Jungton para a produção e aplicação do adesivo na porta de entrada, na logo em acrílico da parede da recepção e nas placas de identificação das salas.

A qualidade do produto ofertado pela clínica agora está presente até nos acabamentos da sua sinalização, aumentando a confiabilidade de seus clientes. São empreendimentos assim que se firmam diante da clientela, pois comunicam a sua identidade de acordo com o serviço que prestam.

 

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A Comunicação Visual como um Design de Serviço

A personalidade de como uma empresa oferece seu serviço é o que está por trás do sucesso que ela tem, e várias etapas são necessárias para construí-lo. Conseguir entender o que cliente deseja para surpreendê-lo, especialmente oferecendo o seu produto da forma como ele merece, faz com que ele sinta que a sua empresa é algo que facilita a rotina da vida dele.

Planejar a personalização do seu empreendimento é o que chamamos de design de serviço, que é quando uma empresa consegue oferecer ao cliente algo pensado especialmente para ele. Os serviços são as coisas que usamos mas não os possuímos, como ir cortar o cabelo ou fazer as unhas. Usufruir deles é sempre uma experiência.

Para melhorá-la, o primeiro passo é analisar como a empresa a proporciona e assim solucionar os problemas que podem prejudicar o atendimento ao cliente. Isso agrega valor à identidade do empreendimento e fideliza seus clientes. Temos como exemplo o Uber que, além do preço atrativo, oferece em seu serviço opções personalizadas e mimos que constroem o seu diferencial. Balas e garrafinhas de água mineral estão presentes em quase todos os carros nas grandes cidades, e ainda há também versões especiais que oferecem até sorvete ou comida.

Para quem tem loja física, a comunicação visual é a primeira etapa de um design de serviço. Ela identifica o empreendimento e o seu diferencial, e ainda pode ser a ponte para o que a empresa precisa conhecer para melhorar e satisfazer seus clientes. Como quando entramos em um grande magazine e vemos a caixa de sugestões e reclamações.

Para entender melhor, é preciso pensar na seguinte situação: Quando duas empresas vendem serviços idênticos pelo mesmo preço, o que define qual vai atrair mais clientes para fazer sucesso? A resposta é simples, o design de serviço fará a diferença. Ele estará presente da vitrine à disposição confortável dos móveis onde os clientes consumirão o serviço ofertado. Ou, como no caso das operadoras de telefonia móvel, ele será a forma como a empresa atende sua clientela.

Há 40 anos acompanhando o exemplo de vários empreendimentos, incluindo os nossos parceiros, afirmamos que é impossível chegar ao topo pulando etapas. A sua empresa também pode contar com a Jungton para a execução do seu projeto de comunicação visual. Afinal, quem pensa no cliente na hora de oferecer seu serviço já está um passo à frente na jornada para o sucesso.

Restaurante Santo Garden: o sucesso de estampar a personalidade além dos seus pratos

A internet trouxe consigo mais alternativas para as empresas alcançarem suas metas, principalmente para quem pretende solidificar o seu negócio. No setor alimentício não foi diferente, as novas possibilidades abriram as portas para mais restaurantes como o Santo Garden. As redes sociais têm sido uma grande amiga na hora de estampar a personalidade, conquistar mais clientes e divulgar a qualidade por trás do serviço.

 

A timeline que dá vontade de comer

Desde a pré-história o ser humano celebra seus melhores momentos ao redor da comida. A partir da popularização de cenas históricas como o afresco d’A Última Ceia de Leonardo Da Vinci, ele tem sido inconscientemente estimulado a retratar o que come. E o “com quem come” também é importante, pois além da fartura demonstra poder e prestígio.

Para a psicologia, havia só dois tipos de fome que levavam a pessoa a se alimentar fora de casa: a fisiológica e a social. A fisiológica é a fome em si, a que deixa a pessoa ansiosa para comer. A social, caracterizada pelo hábito de comer por estar em grupo, estimula a interação das pessoas com o ambiente. Porém agora também há um terceiro tipo, a fome estimulada por imagem, e principalmente pelas redes sociais. Ela é a que aguça o nosso desejo quando vemos a foto de um prato saboroso na nossa timeline e também nos estimula ao compartilhamento do momento, seja social ou fisiológico.

Focado em atender a esses três tipos de fome, o Restaurante Santo Garden investiu na organização do seu espaço físico e do seu feed nas redes sociais, recheando ambos com os seus melhores pratos. O senso de estética fotográfica estampa fica armazenado no subconsciente de seus seguidores e clientes. Ele sempre vem a tona quando a fome aparece, principalmente se tiver uma companhia para um jantar agradável. Esse foi o primeiro o primeiro passo no rumo do sucesso.

 

 

Mas como estampar a personalidade?

Dependendo da grandeza da ocasião que gera a fome por interação social, a identidade é o que tem mais peso na hora da escolha do restaurante, e conta principalmente com a estrutura do ambiente. Por isso é importante priorizar a harmonização da arquitetura com cor, iluminação e sinalização visual. Além de informar sobre tudo que o local dispõe, transmite a personalidade do lugar ao ser o plano de fundo nas fotografias registradas pelos clientes no local e compartilhadas com seus seguidores.

Em Santa Maria, o restaurante Santo Garden já é uma moldura conhecida para quem opta por se alimentar fora de casa. Seja pelo simples prazer de comer bem ou pela elegância do motivo, seu cardápio atende clientes dos mais variados gostos. Vale lembrar que o espaço contou com a parceria Jungton para a materialização da sua identidade visual, um dos símbolos da sua originalidade.

Foi sob o projeto publicitário de Fabiano Rosa que a Jungton estampou vários tipos de adesivos decorativos como os impressos sobre vinil transparente, os de recorte com frases decorativas e os de sinalização dos banheiros. Há também placas direcionais, o totem externo com a identificação da marca em ACM e letras em inox polido, e totens menores para orientação da entrada. A forma mais objetiva de informar qual é a identidade do local.

Anos atrás o sucesso de um restaurante dependia dos grandes meios de comunicação e seus críticos gastronômicos. Atualmente, uma postagem no Instagram é capaz de impulsionar o crescimento e a fidelidade do público quase que gratuitamente. Tudo depende da imagem, e ela vai do prato ao ambiente. O restaurante Santo Garden é um exemplo de como a harmonização da boa culinária com uma estrutura bem comunicada é a chave para o sucesso nas redes sociais.

 

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Comunicação Visual / Design de Serviço

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Comunicação ECOlógica – Projeto RElona

Numa sociedade cada vez mais consciente, não basta respeitar apenas os seus clientes, é necessário tratar com igualdade a sociedade e o meio ambiente onde estamos inseridos. Com foco nisso, estabelecer uma meta de redução de resíduos para favorecer a preservação ecológica foi um compromisso da Jungton em todas as suas produções.

Ainda em 2016, através da professora Marta Tocchetto, nos tornamos apoiadores do Projeto RElona, parte do Programa Grupo Incorpore: Ações Coletivas para o Meio Ambiente, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Uma atitude simples, mas que reduz o impacto ambiental reutilizando lonas na confecção de bolsas, sacolas, estojos e afins.

A função da Jungton nessa empreitada acontece na divulgação do projeto, na doação de lonas para a reciclagem, de ferramentas como réguas e estiletes e na produção de etiquetas que vão fixadas nos produtos. Assumindo a responsabilidade ecológica da nossa empresa, também oferecemos aos nossos clientes a coleta gratuita de lonas e destinamos ao RElona.

Além de cumprirmos nosso papel na preservação do meio ambiente, também conscientizamos o nosso público da importância de apoiar ações sociais voltadas para a reciclagem. Dentro da nossa empresa nossos colaboradores são incentivados à cultura da reutilização e destinação correta de resíduos. Nossos clientes reconhecem a Jungton como uma empresa que cumpre a sua tarefa na redução dos danos ambientais.

Os voluntários do projeto se encontram uma vez por semana para realizar a confecção dos produtos. Uma parte deles é doada como um convite à conscientização coletiva e a outra vira fonte de renda para a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN).

Caso você queira doar material para o Projeto RElona, basta entrar em contato com a Jungton através do telefone (55) 3221.7731 ou pelo e-mail contato@jungton.com.br e realizaremos a coleta gratuitamente.

Multissensorial: conheça como essa técnica de vendas converte experiência em consumo

Se a primeira impressão é a que fica, a comunicação visual cria a experiência no PDV e vira a fotografia que seu cliente armazena como uma memória afetiva. Tudo faz parte das técnicas de venda baseadas em psicologia do consumo para criar um ambiente multissensorial que estimula o consumidor a comprar. Daí em diante, a imagem que ele tem do seu empreendimento é muito mais do que os olhos puderam ver, é um conjunto de técnicas que foram aplicadas para agregar valor a sua marca.

 

A trilha sonora é o conforto

Do planejamento do ambiente à escolha das músicas que tocarão no PDV, as estratégias comunicacionais são as peças-chave que agirão no subconsciente do consumidor e estimulará a aquisição de produtos e a preferência pelo seu espaço.

Nesse caso, a trilha sonora tem o papel de causar conforto e fazer o cliente entender que está em uma loja que tem tudo a ver com os seu gosto. Essa identificação com a música que toca no PDV também relaxa o consumidor e faz com que ele consiga concentrar-se nos produtos a sua disposição.

 

Toque para sentir a qualidade

A possibilidade de contato com o produto estimula a curiosidade e o tato. O sentido do toque é um dos mais importantes na hora de vender algo pois é o que confirma a sua qualidade. Apesar do mercado está migrando também para o online, raramente o consumidor vai adquirir algo à distância sem conhecer a sua marca.

 

 

O cheiro que marca momentos

O cheiro do ambiente provoca reações imediatas que vão direto para o sistema nervoso central. Isso desperta e até cria uma memória olfativa mais intensa e frequente. Sabe quando compramos uma peça de roupa nova e ela exala seu cheiro único? Isso transforma a ação de abrir o guarda-roupas em uma viagem em direção ao local onde vivemos a experiência daquela aquisição.

Comprar entrega dopamina ao cérebro, o hormônio do prazer. É uma ação que nos diz que naquele momento temos o poder de adquirir algo que queremos. Utilizar fragrâncias exclusivas no seu PDV conectam o produto que o cliente consome à sua marca, onde quer que ele esteja.

 

Cenários marcantes e funcionais

A organização visual de um PDV está presente desde o design mobiliário que proporciona circulação e acessibilidade, passa pela iluminação que valoriza o produto e vai até os detalhes do acabamento arquitetônico que identifica a sua marca. Nessa hora a comunicação visual é o que estimula o sentido mais óbvio, a visão. Mas ela precisa ser planejada e executada de forma equilibrada para gerar conforto e segurança, materializando a sua identidade e missão.

Em Santa Maria, a loja de roupa feminina Zana é um exemplo para quem busca viver essa experiência multissensorial. A sua comunicação visual, que contou com a parceira Jungton, está presente na riqueza de detalhes de uma fachada em ACM com elementos vazados, letra caixa em MDF, acrílico e luminosas, placas informativas, sinalização de setores, displays de mesa e até nos adesivos das suas vitrines.

O emprego dessas técnicas regou a árvore da trajetória da loja Zana e o fruto colhido é o sucesso já perceptível nas suas redes sociais. Um conjunto de estratégias simples que ao serem bem executadas fizeram toda a diferença na hora de se estabelecer como a preferida entre seu público. Um exemplo disso é a importância do conhecimento das técnicas de vitrinismo mais atuais para fidelizar.

 

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VITRINISMO

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